Monografia de Graduação

Título:

Modalidade:

Período:

2013.1

Local:

UFCG/ Centro de Humanidades/ Unidade Acadêmica de Geografia/ Curso de Geografia

Orientador:

Martha Priscila Bezerra Pereira

Autor:

Kleiton Wagner Alves da Silva Nogueira

Resumo:

As feiras representam um importante meio de sobrevivência como também de expressão cultural para os indivíduos, sendo um espaço 'multifacetas' onde a gama de fenômenos é variada, podendo ser anallisada através de diferentes perspectivas. Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo estudar a modificação na paisagem na Feira da Prata, localizada em Campina Grande- PB, ocorrida em meados de 2007 a 2009 e suas consequências para a qualidade de vida dos que a vivenciam. Os procedimentos usados para a viabilização do estudo, a  partir de técnicas relacionadas à abordagem quali-quantitativa foram: revisão bibliográfica, pesquisa em campo, aplicação de questionários, realização de entrevistas e mapas mentais. O estudo foi embasado na Geografia Humanística e da Saúde, tendo uma maior evidência na Fenomenologia. Usando como teoria o escopo da Geografia da Saúde foram utilizados os conceitos de qualidade de vida, risco, prevenção, promoção, como também aportes da própria Geograifa: topofilia, espaço, lugar, reestruturação, espaço vivido. Além de temas de áreas como da Psicologia: experiência, sentidos e percepção. Através da pesquisa foi possível constatar elementos estruturais que rebatem diferentemente na saúde das pessoas que vivem na Feira da Prata, tais como: cobertura, presença de animais abandonados. Além do mais, foi possível obter conhecimento acerca da centralidade que a Feira da Prata exerce no final de semana através de seu comércio.

Palavras-chave:

Feira da Prata; Geografia da Saúde; Campina Grande - PB

Período:

Modalidade:

Local:

Título:

2013.1

UFCG/ Centro de Humanidades/ Unidade Acadêmica de Geografia/ Curso de Geografia

Monografia de Graduação

Orientador:

Xisto Serafim de Santana de Souza Júnior

Autor:

Resumo:

Polyanna Priscilla da Silva Xavier Bezerra

Não é de hoje que a violência urbana tem se tornado um problema para as cidades, especialmente no Brasil cujas práticas e difusão de tipos de violência tem se tornado algo comum, independente do tamanho da cidade. Tal evento corresponde uma realidade do contexto socioespacial de Campina Grande - PB. Cosniderada uma cidade de porte médio, Campina Grande destaca-se pelas contradições em seus espaços com a presença de áreas desprovidas de infraestrutura e acessibilidade de equipamentos e outras que contém fácil acesso a estes elementos urbanos, a exemplo do bairro Catolé, recorte territorial selecionado como objeto de estudo. Tal fato tem favorecido a difusão das práticas de violência à forma na qual ela está inserida, a sua intensidade no espaço urbano da cidade de Campina Grande - PB fez com que sofresse alterações significativas, especialmente no que se refere à influência no cotidiano da cidade resultando no aumento da sensação de medo e seu desdobramento nas práticas socioespaciais, redefinindo, assim, espaços da cidade a exemplo do bairro do Catolé, caracterizado como um dos bairros com maior concentração de investimentos e também um dos mais violentos da cidade. Diante disso, a presente pesquisa busca analisar as implicações da sensação de medo imposta pela violência urbana na diminuição da violência na cidade, neste caso do bairro Catolé em Campina Grande - PB. Utilizando a metodologia qualiquantitativa para dar suporte a pesquisa, focando em análise de discurso, mapeamento, observação participante, participação observante e aplicação de questionários, constatamos que as práticas de violência ou sensação de medo se apresentam como elementos condicionantes ao processo de ocupação espacial.

Palavras-chave:

Violência urbana; Geografia do Medo; Práticas socioespaciais.

Período:

2015.1

Local:

UFCG/ Centro de Humanidades/ Unidade Acadêmica de Geografia/ Curso de Geografia

Título:

Modalidade:

Monografia de Graduação

Orientador:

Autor:

Prof. Dr. Xisto Serafim de Santana de Souza Júnior

Márcia Cillene Araújo

Resumo:

O processo de mineração e industrialização é responsável pelo crescimento e desenvolvimento econômico de diversos locais no Brasil tanto nas grandes cidades e metrópoles altamente desenvolvidas como em pequenas cidades do interior e em comunidades rurais. A mineração além dos aspectos de desenvolvimento social e
econômico é responsável por diversos danos ambientais que posteriormente tem uma interligação com problemas relacionados a saúde dos que vivem próximos a mineradoras. Desta forma, a presente pesquisa busca analisar as transformações socioambientais ocorridas durante o processo produtivo do minério Bentonita no município de Boa Vista- PB, especificamente no Sítio Espinheiro ou comumente conhecida como comunidade Coréia. A fundamentação teórico-conceitual baseia-se nos conceitos de ambiente, espaço, território e saúde e busca por analisar os impactos ambientais e na saúde dos moradores e trabalhadores da comunidade Coréia, que depois da instalação da fábrica para extração e beneficiamento de Bentonita impôs novas dinâmicas ao espaço com destaque para os aspectos positivos e os aspectos negativos no desenvolvimento da mineração, sentidos principalmente na comunidade onde está localizada a indústria. Para tal trabalho os objetivos foram alcançados através de levantamento de dados em bibliografias dos autores que tratam da temática em órgãos públicos do sistema de saúde municipal, aplicação de
questionários com representantes do setor público, como também na própria comunidade através de aplicação questionários com representantes de trabalhadores da empresa mineradora e da comunidade para se analisar estes em relação aos efeitos nocivos da atividade de mineração; também foi realizada observação em campo e registros com imagens que auxiliaram para a análise da paisagem e a busca da inter-relação da literatura como o objeto de estudo.

Palavras-chave:

extração de minério, impactos ambientais, mineração e saúde.

Título:

Modalidade:

Monografia de Graduação

Local:

UFCG/ Centro de Humanidades/ Unidade Acadêmica de Geografia/ Curso de Geografia

Período:

2015.2

Orientador:

Autor:

Profa. Dra. Martha Priscila Bezerra Pereira

Kátia Patrício Cardozo

Resumo:

A ciência Geográfica ao longo do tempo tem se modificado e ampliado suas áreas de atuação, adquirindo e desenvolvendo novas abordagens, técnicas e metodologias. Entre as suas ramificações encontra-se a Geografia da Saúde, vertente que une aspectos humanos e físicos, cuja origem remete a meados do século XIX, através dos registros de doenças realizados por médicos viajantes. Assim, esta abordagem geográfica se destina, a estudar a espacialização das doenças no espaço geográfico associando a determinadas paisagens que podem contribuir ou comprometer diretamente a saúde e bem-estar da população. Seguindo esse pensamento, esta pesquisa busca analisar a qualidade de vida de quem reside às margens do canal de Santa Rosa, localizado na cidade de Campina Grande (PB). Para a realização deste estudo houve a necessidade de efetuar os seguintes procedimentos metodológicos: a) revisão bibliográfica e documental, os quais foram concretizados a partir do auxílio de literatura especializada e documentos fornecidos por órgãos governamentais de Campina Grande; b) trabalho de campo exploratório; c) aplicação de 60 questionários aos moradores da área; d) análise de mapas mentais elaborados pelos moradores; e, por fim, e) análise semiótica das fotografias da área. Com isso, foi possível identificar o nível da qualidade de vida dos moradores localizados às margens do canal de Santa Rosa, como também quais perspectivas esses indivíduos possuem com a possibilidade do término das obras de estruturação no local. Este estudo propõe-se, ainda, a cooperar diretamente para que a área da Geografia da Saúde seja mais divulgada no âmbito acadêmico e social, sobretudo, da importância que é a sua aplicabilidade em temas diversos na Geografia.

Palavras-chave:

Geografia da Saúde, Qualidade de Vida, Mapas Mentais, Paisagem.

Período:

2015.2

UFCG/ Centro de Humanidades/ Unidade Acadêmica de Geografia/ Curso de Geografia

Local:

Modalidade:

Monografia de Graduação

Título:

Orientador:

Martha Priscila Bezerra Pereira

Autor:

José Evaldo Bezerra de Lima Filho

Resumo:

A violência no trânsito vem se tornando um dos principais desafios para o planejamento dos espaços urbanos. Assim, o presente trabalho monográfico surge como um desdobramento dos resultados obtidos durante a Iniciação Científica no qual a Avenida Floriano Peixoto se destacou em relação às outras em termos de acidentes. As facilidades na aquisição de veículos automotores, especialmente as motocicletas, usado muitas vezes no transporte irregular, acrescidos da ausência de uma política mais rigorosa quanto à avaliação das condições do condutor e do próprio desconhecimento das áreas de risco a ocorrência de cidades, se apresenta como elementos que contribuem para o aumento significativo dos casos de violência fatal no trânsito das principais cidades brasileiras, especialmente as de porte médio. Com base nesta problemática que identificamos algumas paisagens de risco à ocorrência de eventos de violência no trânsito decorrente de acidentes com transportes automotores na Avenida Floriano Peixoto na cidade de Campina Grande – PB. A pesquisa está pautada no levantamento de referencias, estatístico e documental, e análise das paisagens. Considera-se que tal problemática social tráz grandes gastos ao Estado e também enormes consequências a saúde da população, e que os profissionais da área tem conclusões bastante severas diante do crescente número de ocorrências desse tipo.

Palavras-chave:

Violência de trânsito, Paisagens de risco, Geografia da Saúde

Período:

2016.2

Local:

UFCG/ Centro de Humanidades/ Unidade Acadêmica de Geografia/ Curso de Geografia

Modalidade:

Monografia de Graduação

Título:

Martha Priscila Bezerra Pereira

Orientador:

Autor:

Ednaldo Soares de Lima

Resumo:

As deficiências no planejamento das cidades, a partir do processo de crescimento urbano e da falta de políticas públicas eficientes de saneamento básico, saúde e habitação, capazes de proporcionar melhores condições de vida à população a partir de ambientes saudáveis, contribuíram para o surgimento ou ressurgimento de vários tipos de mazelas, entre elas, as diversas endemias que seguem afetando a população, especialmente, as de menores rendas. A dengue endêmica da região brasileira, erradicada na década do ano de 1950, ressurge após trinta anos provocando vários surtos de epidemias, devido a campanhas públicas de erradicação e controle do mosquito, que foram executadas de forma inadequadas, desprovidas de fatores importantes como a falta de assiduidade e sequência ou a falta de metodologias ao combate do mosquito (como é usado apenas inseticidas), a falta de eficiência, o uso do cargo para se beneficiar politicamente, falta de compromissos, entre outros. A existência de ambientes propícios à reprodução do Aedes Aegypti com campanhas mal executadas colaborou para o mosquito adquirir resistência a diversos tipos de inseticidas utilizados nas campanhas de controle. A inclusão do vírus da Chikungunya (2014) e da Zica (2015), (com o agravante da microcefalia) transmitida pelo mesmo Aedes, traz complicações de saúde para as pessoas infectadas com o vírus e, maiores transtornos para as autoridades em combatê-los, exigindo mudança de hábito da população. Diante deste quadro de referência, este estudo tem como objetivo subsidiar a população e o poder público sobre os períodos e os reservatórios que mais contribuem para o aumento da infestação por Aedes Aegypti no período de 2009 e 2016. Para realizar a pesquisa foram utilizados os seguintes procedimentos: a) levantamento de referências; b) levantamento estatístico; c) levantamento documental; d) análise da paisagem e; e) elaboração de mapas de risco. Como principais resultados observou-se que os bairros de maior risco de infestação, e que permanecem por mais tempo no período estudado, evidenciam-se os bairros das Malvinas (entre 4,79 e 15,15), Monte Castelo (4,58 a 7,95), Novo Bodocongó (4,14 a 7,05) e Pedregal (4,35 a 6,93). Os elementos do clima como: horas sol, radiação calórica ou luminosa são os que mais influenciam na quantidade de criadouros e em maior índice de infestação. O tipo de reservatório que mais facilita a proliferação de mosquitos são os tonéis, que se localizam tanto na parte intradomiciliar como na peridomiciliar das residências. O baixo nível de instrução escolar, como também a não alfabetização dessas pessoas, dificulta o processo de transmissão das informações dos meios de prevenção da proliferação do Aedes Aegypti.

Políticas Públicas; Saúde Pública; Infraestrutura; Meio Ambiente; Endemias.

Palavras-chave:

Período:

2017.2

Local:

UFCG/ Centro de Humanidades/ Unidade Acadêmica de Geografia/ Curso de Geografia

Modalidade:

Monografia de Graduação

Título:

Orientadora:

Martha Priscila Bezerra Pereira

Autora:

Delcinete da Silva Santos

Resumo:

Desde os primórdios, a prática de depósito do lixo a céu aberto foi a principal forma de destino final dos resíduos sólidos. A partir da revolução industrial e o crescimento das cidades, foram surgindo os aglomerados e consequentemente a necessidade de um saneamento básico para suavizar os efeitos desta prática. Hoje, porém mesmo existindo outros meios no qual se podem destinar esses dejetos, os lixões ainda tem sido uma forma recorrente no Brasil e que causa grandes danos à saúde ambiental e humana. Desta forma, a pesquisa busca identificar os problemas provocados pelo descarte incorreto dos resíduos sólidos ao meio ambiente, e a proliferação de doenças através de vetores associados ao mesmo, na cidade de São Vicente do Seridó, Paraíba. Para isto, foram utilizados os seguintes procedimentos metodológicos: a) um levantamento de referências em sites oficiais, livros, Trabalhos de conclusão de curso e artigos já publicados sobre o tema e; b) bem como a observação de campo por meio de visita “in loco” e registro fotográfico. Dessa forma, podemos constatar que é de suma importância para um planejamento de políticas públicas em relação à coleta desses resíduos, acondicionamento e destino adequado, o conhecimento dessas práticas, para que sejam tomadas medidas que amenizem os danos gerados, caso implante política de coleta seletiva.

Resíduos sólidos. Impacto ambiental. Morbidade.

Palavras-chave:

  • Facebook Clean
  • Twitter Clean
  • Google+ Clean